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sábado, 30 de outubro de 2010

É verdade!!!

Jesus, o Messias Prometido

"Então lhes disse Jesus: " néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo [Messias] padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras" (Lc 24.25-27).
"Mas Deus assim cumpriu o que dantes anunciara por boca de todos os profetas que o seu Cristo [Messias] havia de padecer" (At 3.18).

Se examinarmos as passagens do Antigo Testamento mencionadas como messiânicas... [descobriremos] acima de 456..., e sua aplicação messiânica é apoiada por mais de 558 referências aos escritos rabínicos mais antigos... Uma pesquisa cuidadosa das citações das Escrituras feitas por eles mostra que os principais postulados do Novo Testamento referentes ao Messias são amplamente apoiados pelas declarações rabínicas[1].
Jesus de Nazaré transformou o mundo. Jamais houve e jamais haverá alguém como Ele. Ele é o tema de mais livros, peças, poesias, filmes, e manifestações de adoração do que qualquer outro homem na história da humanidade. Ler as Suas palavras cuidadosamente –comparando-as com as de Maomé, Buda, e os escritos hindus, ou de qualquer outro líder religioso – é ficar atônito diante do seu poder e singularidade. Os que O ouviram, perguntaram surpresos: "Donde lhe vêm esta sabedoria e poderes miraculosos?" (Mt 13.54). Observar o que Ele fez é convencer-se intuitivamente das afirmações básicas da fé cristã. Conforme mencionou o famoso escritor Malcolm Muggeridge: "As palavras dos evangelhos... no sentido mais verdadeiro e absoluto... podem ser chamadas de Palavras Santas, e, sem blasfêmia, atribuídas ao próprio Deus".[2]
Tudo de bom que o cristianismo fez ao mundo é resultado da influência de Jesus. Mas, quem era esse homem? As Escrituras hebraicas predisseram com séculos de antecedência a vinda de um Messias divino para toda a humanidade, e Jesus é o cumprimento dessas profecias.
Alguns alegam que essas declarações foram feitas depois de Jesus ter vivido, e não antes. Mas as Escrituras hebraicas em seu todo foram completadas por volta do ano 400 a. C. e, qualquer que seja a sua opinião sobre elas, um fato é incontestável: a Septuaginta, a tradução grega das Escrituras hebraicas completas, foi concluída em 247 a. C.
Portanto, até mesmo os críticos têm de reconhecer que todas as profecias já existiam muito antes de Jesus ter vivido – na verdade, pelo menos 250 anos antes dEle ter nascido.
O Messias é mencionado em detalhes tão específicos nas Escrituras hebraicas, que se torna literalmente impossível justificar tais predições a não ser que a Bíblia seja uma revelação divina de Deus para a humanidade.
Alguns rejeitam essa conclusão, mas se recusam a considerar as profecias imparcialmente e de acordo com o seu próprio mérito. Só um preconceito pré-existente contra a profecia sobrenatural (tal como o daqueles que defendem uma visão racionalista do mundo) ou contra essas profecias se referirem à pessoa de Jesus, pode impedir alguém de aceitar as Escrituras como messiânicas.
Nas Escrituras hebraicas há inúmeras referências à vinda do Messias. Acreditamos que Deus deu essas evidências a fim de que aqueles que estiverem dispostos a permitir que os fatos falem por si mesmos possam descobrir a verdade. (John Ankerberg & John Weldon - http://www.ajesus.com.br)

John Ankerberg & John Weldon

Notas:
1. Alfred Edersheim, professor de Lingüística e Conferencista da Lincoln's Inn [Oxford], Conferencista de Grinfield sobre a Septuaginta, The Life and Times of Jesus the Messiah (Vida e Época de Jesus, o Messias), Vol. 1, 163-164)
2. Malcolm Muggeridge, Jesus the Man Who Lives (Nova Iorque: Harper & Row, 1978), 7.

Extraído do livro Os Fatos Sobre Jesus, o Messias

Fonte: http://www.ajesus.com.br

Os Judaizantes de Hoje

"As festas bíblicas são ordens sagradas do Senhor. Elas não são apenas judaicas; são, antes de mais nada, do Senhor, declaradas como estatuto eterno (Lv. 23:1-44). Essas festas não são um convite para que a Igreja volte à primeira aliança, mas para sustentar a mensagem que elas transmitem. Elas apontam para o fim, para o Cordeiro e falam da parusia, ou seja, a segunda vinda do Messias."

"Preste atenção ao que está sendo ministrado, pois Roma não deseja que nossos olhos sejam abertos. Roma quer nos prender ao paganismo. Esse paganismo se traduz na tentativa de deixar as festas bíblicas no esquecimento e de pegar as festas pagãs e tentar cristianizá-las. Porém, Deus abriu os nossos olhos. Não estamos mais debaixo da escuridão, pois o Senhor nos trouxe para a luz."

(Ap. Renê Terra Nova).

A frase do autodenominado “apóstolo” René Terra Nova demonstra bem a necessidade de estudarmos este assunto: a Igreja deve guardar festas e costumes judaicos? A Bíblia deixa alguma evidência de que tais práticas são para os cristãos?

Independentemente de dados históricos extra-bíblicos, devemos nos deter ao estudo das Escrituras para esclarecermos tais questionamentos. É da Bíblia a Palavra final sobre o assunto!

Para começarmos nosso estudo, é interessante nos debruçarmos sobre a carta de Paulo aos gálatas, pois os irmãos da Galácia estavam passando por uma situação semelhante a da igreja de hoje.

Quando Paulo escreveu aos gálatas, Os judeus estavam presentes em todo o Império Romano, principalmente nas cidades mais importantes. Muitos deles se converteram ao cristianismo e, dentre os convertidos, havia aqueles que queriam impor a lei mosaica sobre os cristãos gentios. São os "judaizantes". Assim como os fariseus e saduceus perseguiram Jesus durante o período mencionado pelos evangelhos, os judaizantes pareciam estar sempre acompanhando os passos de Paulo a fim de influenciar as igrejas por ele estabelecidas. Essa questão entre judaísmo e cristianismo percorre o Novo Testamento.

Os judaizantes estavam também na Galácia, onde se tornaram uma forte ameaça contra a sã doutrina das igrejas.

Aqueles judeus davam a entender que o evangelho estava incompleto. Para conseguirem uma influência maior sobre as igrejas, eles procuravam minar a autoridade de Paulo. Para isso, atacavam a legitimidade do seu apostolado, como tinham feito em Corinto.

O EVANGELHO JUDAIZANTE


sábado, 23 de outubro de 2010

Dízimo: lei ou graça?

Por Pr Vinicius

Converti-me em 1986. Até então dízimo era uma coisa que eu só ouvia na igreja, mas, desde o triste episódio do “ou dá ou desce”[1] o Brasil inteiro falou, e fala, sobre o assunto. Coincidência ou não, até a Igreja Católica de minha pequena cidade, Barbacena, passou a “cobrar” o dízimo. Hoje em dia vemos nos vidros dos carros frases como “eu sou dizimista”, o que demonstra até um certo orgulho neste gesto.

Comecei então a questionar a ordenança do dízimo para a Igreja em 1998. Não que eu não fosse dizimista, ou que tivesse algum problema com isto. Só queira ter base neo-testamentária. Não encontrei nada, a não ser livros tais como 20 razões porque sou dizimista. Mas para mim não fazia sentido. Não sabia explicar o motivo, mas era como se houvesse uma contradição uma vez que o dízimo era um mandamento para os judeus e não há mandamento para a Igreja ser dizimista.

Antes que alguém me cite Malaquias 3.10 ou Mateus 23.23, quero dizer que o meu propósito não é arrefecer a fé e o ardor de quem entende que dar legalmente e religiosamente 10% de tudo é errado. Ao contrário. “Deus ama quem dá com alegria”[2]. Se você dá o dízimo com alegria, glória a Deus pela sua vida, mas continue a leitura desprovido de pré-conceito e com desejo de aprender. “Ponde tudo à prova. Retende o que é bom”[3].


Como a prática do dízimo entrou na Igreja

 

O evangelho em 3 minutos - Só pode ser verdade

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Reencarnação, karma e vida após a morte

Você tem uma escolha no que diz respeito ao que acontece depois que você morrer? A reencarnação é real? Existe vida após a morte? E quanto ao karma?
Por Douglas Groothuis, Ph.D.

As pessoas sempre se perguntaram o que há - se é que há alguma coisa - além do túmulo. Será a morte o fim da existência, uma entrada para a eternidade ou um estágio intermediário entre as vidas terrestres? Alguns ensinam que a alma reencarna em diferentes corpos e aproximadamente 25% dos americanos acreditam nisso. Por que tantas pessoas acreditam em reencarnação?
Reencarnação e Karma
A reencarnação oferece esperanças a muitas pessoas. Se nós não acertarmos nesta vida, teremos outra chance na próxima. Todavia, até mesmo os que acreditam em reencarnação, admitem que uma vasta maioria da humanidade não se lembra de suas vidas passadas. Como podemos aprender com os nossos erros do passado se não nos podemos lembrar deles? Parece que estamos sempre cometendo os mesmos erros, de novo e de novo. De acordo com as taxas de fracassos morais na história humana, temos alguma razão para ter esperanças de que acertaremos numa vida futura?
A teoria da reencarnação também afirma garantir justiça. De acordo com a lei do Karma (uma inflexível e impessoal regra do Universo), recebemos o que merecemos em cada vida. Nossas boas e más ações produzem bons ou maus resultados vida após vida. Com o Karma, não há supostamente nenhum sofrimento injusto, porque ninguém é inocente. Todo sofrimento é merecido, baseado no Karma ruim. O bebê que nasce sem as pernas merece isso, assim como a mulher que foi estuprada também fez por merecer. Nós todos carregamos nosso Karma para cada vida. Não há graça, nem perdão, nem misericórdia. Isso não somente é uma má notícia para aqueles que estão sobrecarregados e abatidos com o peso de sua consciência, como também entra em conflito com nosso senso moral de que alguns sofrimentos são injustos e merecem nossa piedade e ações para que possam ser aliviados.
As Limitações da Reencarnação
Será que a teoria da reencarnação pode mesmo oferecer esperança e senso de justiça a este mundo turbulento? E que tipo de conforto ela oferece no que diz respeito ao perturbante problema da morte? A lei do Karma é impiedosa. Todavia, a mensagem de Jesus Cristo é diferente. Jesus não negou que há sofrimentos injustos. Ele ofereceu perdão para aqueles que os causam e conforto para aqueles que os experimentam.
Jesus ensinou que ninguém pode obedecer completamente as leis morais. O coração humano é impuro, instiga atitudes muito erradas e age de maneira que ofende um Deus oabsolutamente bom e amoroso. Jesus disse que ele nos oferece perdão como nosso Salvador, pagando ele mesmo pelos nossos pecados contra Deus. Jesus falou que as pessoas recebem sua recompensa ou sua punição eterna de acordo com a escolha que fizeram a favor ou contra Deus em sua ÚNICA vida na Terra (Mateus 25:31-46; veja também Hebreus 9:27). Jesus explicou que Ele veio ao mundo para "buscar e salvar o que estava perdido" (Lucas 19:10). Ele disse: "Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por "muitos" (Marcos 10:45)".
Jesus nos mostrou seu amor complacente mesmo quando estava sendo executado na cruz. Um ladrão que estava na cruz ao lado de Jesus confessou seus pecados e pediu a Jesus que se lembrasse dele. Jesus respondeu: "Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso" (Lucas 23:43). Para ter direito ao paraíso, somente é exigido que tenhamos fé em Jesus, não um trabalho árduo, vida após vida, tentando se livrar do mau Karma, e tentando promover o bom Karma. Como Jesus mesmo anunciou: "Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16). Isso, realmente, é uma boa notícia - para esta vida e além dela.
Para pesquisar mais um pouco sobre a vida e os ensinamentos de Jesus, leia o livro chamado "Mateus" no Novo Testamento, ou verifique o artigo "Mais que uma fé cega". Para ver mais sobre o assunto reencarnação cheque a seção P & R Forum.

Douglas Groothuis, Ph.D. ensina Filosofia no Seminário de Denver e é o autor de "Jesus na Era da Controvérsia" (Jesus in an Age of Controversy).

Fonte: http://www.suaescolha.com/

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Cristão e os Problemas Financeiros

Você está enfrentando problemas financeiros? Faturas que você não consegue pagar? Cheques que você não pode cobrir? Necessidades que você não tem dinheiro para suprir? Vergonha? Frustração? Excesso de trabalho? Tensão? Problemas financeiros são excessivamente preocupantes e conduzem a muitos pecados: descontentamento, ingratidão, ira, desonestidade, impaciência, ansiedade e negligência das responsabilidades espirituais. A Bíblia ensina-nos como enfrentar muitas situações diferentes na vida, incluindo as dificuldades financeiras. A chave para enfrentar problemas financeiros está na atitude da pessoa. Para responder bem precisamos permitir que a palavra de Deus opere em nosso coração e mude nosso modo de ver as coisas.

Atitudes

Deveriam os Cristãos Guardar o Sábado Hoje em Dia?

O Que a Bíblia Diz?

No Velho Testamento, Deus ordenou aos israelitas que santificassem o dia do sábado e não trabalhassem nesse dia.  Deveriam os cristãos de hoje, também, descansar  e adorar no dia do sábado?  Muitos grupos religiosos (Adventistas do Sétimo Dia, por exemplo) ensinam que deveríamos.  O que a Bíblia diz?

Em Êxodo 20:8-11 Deus ordenou aos judeus que guardassem o dia do sábado (veja nota 1).  No Novo Testamento, vemos que as leis do Velho Testamento eram para continuar somente até a morte de Cristo.  (Nas passagens seguintes, a ênfase está acrescentada para esclarecer o sentido).

terça-feira, 19 de outubro de 2010

II Tessalonicenses - CAPÍTULO 2

2 Tessalonicenses 2

Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele,

Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,

O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.
Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?

E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado.

Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado;

E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;

A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira,

E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.

E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira;

Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.

Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade;

Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.

Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.

E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança,

Console os vossos corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

É errado romper um noivado?


É errado romper um noivado? (mp3)

Acontece com uma certa frequência, e muitos consideram normal desistir do casamento durante o período que conhecemos como noivado. Mas, outros têm perguntado se não seria pecado cancelar o casamento depois de ficarem noivos.

O noivado, como normalmente entendido na cultura atual, é uma expressão de intenção que quase sempre termina no casamento. Não é visto pelo governo como um contrato fechado, tanto que os dois continuam solteiros independentes até o casamento. Terminar o noivado não exige nenhum processo legal parecido com o divórcio. No geral, as pessoas entendem o noivado como uma afirmação de intenção, mas entendem que este período é um tempo para se preparar e refletir sobre a seriedade do compromisso do casamento.


No compromisso mais sério nos tempos bíblicos, quando os homens “desposavam” as mulheres como um passo para o casamento, ainda existia a possibilidade de terminar, como José pretendia fazer com Maria (Mateus 1:18-19).


Mesmo quando se trata de contratos legais, o Antigo Testamento aconselhava os fiéis a procurar uma saída honesta dos compromissos irrefletidos que trariam prejuízo (Provérbios 6:1-5). A solução foi pedir que a outra parte livrasse a pessoa do seu compromisso. É normalmente entendido que qualquer dos dois pode pedir cancelamento do noivado. Enquanto não firmar o compromisso do casamento, existe a possibilidade de terminar.


Antes de casar, ou até antes de ficar noivo, deve pensar bem nas implicações deste passo na vida. O casamento é para a vida toda: “Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal” (Romanos 7:2).


Há muitas coisas que devem ser examinadas antes de se casar, mas vamos resumir as questões em duas:


(1) Você está realmente preparado para assumir o compromisso do casamento e ser absolutamente fiel durante toda a sua vida?


(2) A pessoa com quem você quer casar está preparada para assumir e cumprir este mesmo compromisso?


Se respondeu “não” para uma ou as duas perguntas, não se case!


“Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado” (Provérbios 19:2).

–por Dennis Allan

Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/

É lícito comer coisas sacrificadas aos ídolos?

É lícito comer coisas sacrificadas aos ídolos? (mp3)

Abordagens superficiais e tendenciosas podem nos conduzir ao pecado. Um exemplo que nos ensina a importância de cautela é a questão de alimentos. Uma vez que não vivemos hoje sujeitos às leis sobre alimentos dadas por meio de Moisés aos israelitas, algumas pessoas acreditam que estejamos totalmente livres de restrições em relação à comida. Especificamente, acreditam e ensinam que não há problema em comer carnes sacrificadas aos ídolos. É esse o ensinamento do Novo Testamento? Vamos observar alguns fatos:

(1) Temos muitas liberdades hoje, na questão de alimentos, que os israelitas sob a lei não tiveram. O princípio geral é que todos os alimentos são puros (Marcos 7:19). Paulo ensinou que a lei do Antigo Testamento tinha sido cumprida e que passou como uma sombra (Colossenses 2:16-17).

(2) Alguns comentários de Paulo em 1 Coríntios, lidos isoladamente, dão a impressão que esta liberdade inclui coisas sacrificadas a ídolos. Ele adverte sobre o perigo de ofender a consciência de um irmão fraco, mas parece que apóia a prática em si, de comer carne sacrificada aos ídolos (1 Coríntios 8). Ele diz que “todas as coisas são lícitas” (1 Coríntios 10:23).

(3) Mas um estudo mais cuidadoso destes trechos nos leva a outra conclusão. Enquanto Paulo começa e termina com questões de consciência e respeito para com os irmãos, o argumento principal deste trecho é outro. Ele claramente diz que devemos fugir da idolatria, e que as coisas sacrificadas aos ídolos são sacrificadas a demônios (1 Coríntios 10:14-20). Afirma claramente que a participação da mesa dos demônios é impossível para aqueles que tem comunhão com Cristo, pois não devemos nos associar aos demônios (1 Coríntios 10:20-22).

(4) As palavras do próprio Jesus no Apocalipse esclarecem esta questão. Ele claramente condenou aqueles que ensinavam que era permitido comer coisas sacrificadas aos ídolos (Apocalipse 2:14-16). A igreja de Pérgamo errou por não rejeitar os falsos mestres que aprovavam tais práticas.

Qualquer igreja fiel ao Senhor hoje deve, também, rejeitar os falsos mestres que incentivam as pessoas a pecar contra o Senhor, comendo coisas sacrificadas aos ídolos. O motivo é simples: “Não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (1 Coríntios 10:21). Vamos fugir da idolatria!

–por Dennis Allan

Fonte: http://estudosdabiblia.net

Anjos e a Bíblia

1. Introdução

Ao nosso redor há um mundo espiritual poderoso, populoso e de recursos superiores ao nosso mundo visível. Bons e Maus espíritos passam em nosso meio, de um lugar para o outro, com grande rapidez e movimentos imperceptíveis. Alguns desses espíritos se interessam pelo nosso bem estar, outros porém, estão empenhados em fazer-nos o mal. Muitas pessoas questionam se existem realmente tais espíritos ou seres, quem são, onde se encontram e o que fazem.

A palavra de Deus é a única fonte de informação que merece confiança, e que possui respostas para estas perguntas. Ela deixa claro que há outra classe de seres superiores ao homem. Esses seres habitam nos céus e formam os exércitos celestiais, a inumerável companhia dos servos invisíveis de Deus. Esses são os anjos de Deus, os quais estão sujeitos ao governo divino, e o importante papel que têm desempenhado na história da humanidade torna-os merecedores de referência especial. Existem também aqueles, pertencentes a mesma classe de seres, que anteriormente foram servos de Deus mas que agora se encontram em atitude de rebelião contra seu governo.

A doutrina dos anjos segue logicamente a doutrina de Deus, pois os anjos são fundamentalmente os ministros da providência de Deus. Essa doutrina permite-nos conhecer a origem, existência, natureza, queda, classificação, obra e destino dos anjos.

2. A origem dos anjos

A época de sua criação não é indicada com precisão em parte alguma, mas é provável que tenha se dado juntamente com a criação dos céus (Gn 1:1 ). Pode ser que tenham sido criados por Deus imediatamente após a criação dos céus e antes da criação da terra, pois de acordo com Jó 38:4-7, rejubilavam todos os filhos de Deus quando Ele lançava os fundamentos da terra. Que os anjos não existem desde a eternidade é mostrado pelos versículos que falam de sua criação ( Ne 9:6 , Sl 148:2,5; Cl 1:16 ). Embora não seja citado número definido na Bíblia, acredita-se que a quantidade de anjos é muito grande ( Dn 7:10; Mt 26:53; Hb 12:22 ).

3. A natureza dos anjos

3.1- São seres espirituais e incorpóreos.
Os anjos são descritos espíritos, porque diferentes dos homens, eles não estão limitados às condições naturais e físicas. Aparecem e desaparecem, e movimenta-se com uma rapidez imperceptível sem usar meios naturais. Apesar de serem espíritos, têm o poder de assumir a forma de corpos humanos a fim de tornar visível sua presença aos sentidos do homem (Gn 19:1-3).
Que os anjos são incorpóreos está claro em Ef 6.12, onde Paulo diz que "a nossa luta não é contra a carne nem sangue, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes". Outras referências: Sl 104:4; Hb 1:7,14; At 19:12; Lc 7:21; 8:2; 11:26; Mt 8:16; 12.45. Não têm carne nem ossos e são invisíveis ( Cl 1:16 ).

3.2- São um exército e não uma raça.
As Escrituras ensinam que o casamento não é da ordem ou do plano de Deus para os anjos (Mt 22:30; Lc 20:34 -36 ), portanto não se caracteriza uma raça. No Velho Testamento por cinco vezes os anjos são chamados de "filhos de Deus" ( Gn 6:2,4; Jó 1:6; 2:1; 38:7 ) mas nunca lemos a respeito dos "filhos dos anjos". Os anjos sempre são descritos como varões, porém na realidade não tem sexo, não propagam sua espécie ( Lc 20:34-35 ).

Várias passagens das Escrituras indicam que há um número muito grande de anjos (Dn 7:10; Mt 26:53; Sl 68:17; Lc 2:13; Hb 12:22), e são repetidamente mencionados como exércitos do céus ou de Deus. No Getsêmani, Jesus disse a um discípulo que queria defendê-los dos que vieram prendê-lo: "Acaso pensas que não posso rogar ao meu pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos"? ( Mt 26:53 ). Portanto, seu criador e mestre é descrito como "Senhor dos Exércitos".
É evidente que eles são criaturas e portanto limitados e finitos. Apesar de terem mais livre relação com o espaço e o tempo do que o homem, não podem estar em dois ou mais lugares simultaneamente.

3.3- São seres racionais morais e imortais.

Aos anjos são atribuídas características pessoais; são inteligentes dotados de vontade e atividade. O fato de que são seres inteligentes parece inferir-se imediatamente do fato de que são espíritos (2 Sm 14:20; Mt 24:36 , Ef 3:10; 1 Pe 1:12; 2 Pe 2:11). Embora não sejam oniscientes, são superiores ao homens em conhecimento (Mt 24:36) e por ter natureza moral estão sob obrigação moral; são recompensados pela obediência e punidos pela desobediência.

A Bíblia fala dos anjos que permanecerem leais como "santos anjos" ( Mt 25:31; Mc 8:38; Lc 9:26; At 10:22; Ap 14:10) e retrata os que caíram como mentirosos e pecadores (Jo 8:44; 1 Jo 3:8-10).

A imortalidade dos anjos está ligada ao sentido de que os anjos bons não estão sujeitos a morte (Lc 20:35-36), além de serem dotados de poder formando o exército de Deus, uma hoste de heróis poderosos, sempre prontos para fazer o que o Senhor mandar ( Sl 103:20; Cl 1:16; Ef. 1:21; 3:10; Hb 1:14) enquanto que os anjos maus formam o exército de Satanás empenhados em destruir a obra do Senhor (Lc 11:21; 2 Ts 2:9; 1 Pe 5:8 ).

Ilustrações do poder de um anjo são encontradas na libertação dos apóstolos da prisão ( At 5:19; 12:7) e no rolar da pedra de mais de 4 toneladas que fechou o túmulo de Cristo (Mt 28.2 )

4. A classificação dos anjos

sábado, 16 de outubro de 2010

O cristão pode julgar?

Por Ciro Sanches Zibordi*

Embora concordem no todo ou em parte com o que lêem aqui, muitos têm dito: “Não cabe a nós julgar”,“Quem é você para julgar?” ou, ainda, “Somos o único exército que mata os seus soldados”.

Ora, como diz a Palavra de Deus, “já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus”(1 Pe 4.17). E, se alguém ainda pensa que não cabe a nós julgar, e que o fato de reconhecermos os nossos erros e combatê-los segundo a Bíblia é “matar soldados”, é bom que reflita com base nos pontos mencionados abaixo:

1. Segundo a Bíblia, nunca devemos desprezar pregações, ensinamentos, profecias, hinos de louvor a Deus, bem como sinais e prodígios (At 17.11a; 2.13; 1 Ts 5.19,20). Nesse sentido, de fato, não devemos julgar. Mas cabe a nós provar, examinar se tudo é aprovado pelo Senhor (At 17.11b; 1 Ts 5.21; Hb 13.9). Em 1 Coríntios 14.29 está escrito: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem”. E, em 1 João 4.1, lemos: “Amados, não creais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”. Este é o tipo de julgamento que faço neste blog.

2. Devemos julgar segundo a reta justiça (Jo 7.24), e não pela aparência, por preconceito ou mágoa de alguém. Jesus condenou o julgamento no sentido de caluniar: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7.1), mas, no mesmo capítulo, Ele demonstrou que devemos nos acautelar dos falsos profetas e apresentou critérios pelos quais podemos julgar, isto é, discernir, provar, examinar (Mt 7.15-23).

3. Sempre devemos julgar pela Palavra de Deus (At 17.11; Hb 5.12-14), pois ela está acima de mim, de você, de nós, do cantor fulano, do pregador beltrano, da vocalista cicrana, dos anjos (Gl 1.8), da igreja tal, etc. Leia 1 Coríntios 4.6; Salmos 138.2.

4. Devemos julgar de acordo com a sintonia do Corpo com a Cabeça (Ef 4.14,15; 1 Co 2.16; 1 Jo 2.20,27; Nm 9.15-22). A verdadeira Igreja de Cristo é a que o acompanha, o segue, e não aquela que segue ao seu próprio caminho. Em Apocalipse 2 e 3 vemos exemplos de igrejas que agradavam a Jesus (a minoria) e de outras, que não faziam a vontade dEle.

5. O julgamento deve ocorrer também segundo o dom de discernir os espíritos dado às igrejas de Cristo (1 Co 12.10,11; At 13.6-11; 16.1-18). Mas a falta deste dom em algumas igrejas locais faz com que os crentes se conformem com o erro e digam: “Quem sou eu para julgar?”, etc.

6. Devemos julgar tudo com bom senso (1 Co 14.33; At 9.10,11). Você pode me julgar, analisar o que eu escrevo, examinar, contestar, sabia? Mas com bom senso, à luz da Palavra de Deus, e não de maneira agressiva, com um comportamento de fã, defendendo o seu grupo ou seu cantor preferido. E não basta fazer citações bíblicas. É preciso saber citar versículos bíblicos que estejam em harmonia com contexto. É necessário saber manejar bem a Palavra de Deus (2 Tm 2.15).

7. Devemos julgar, ainda, de acordo com cumprimento da predição, no caso da profecia (Ez 33.33; Dt 18.21,22; Jr 28.9), se bem que apenas isso não é suficiente para autenticá-la (Dt 13.1,2; Jo 14.23a). Com já mencionei neste blog, a “apóstola” tal (Alguém sabe do seu paradeiro?) afirmou que Jesus voltaria num dos sábados de julho de 2007? Muitos esperaram o seu cumprimento até o último sábado... Mas, no caso desta predição, não era nem necessário esperar, pois já estava reprovada desde o início pelo teste da Palavra!

8. Finalmente, devemos julgar de acordo com a vida do pregador, da cantora, do profeta ou do milagreiro (2 Tm 2.20,21; Gl 5.22):
.
* Ele tem uma vida de oração e devoção a Deus?
* Ele honra a Cristo em tudo, não recebendo glória dos homens?
* Ele demonstra amar e seguir a Palavra do Senhor?
* Ele ama os pecadores e deseja vê-los salvos?
* Ele detesta o mal e ama justiça?
* Ele prega contra o pecado, defende o evangelho de Cristo e conduz a igreja à santificação?
* Ele repudia a avareza, ou ama sordidamente o dinheiro?

"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis" (Mateus 7.15-16).

Fonte: Blog do Ciro

* Pregador do Evangelho, ensinador, escritor, articulista, pastor na Assembleia de Deus no bairro de Cordovil, Rio de Janeiro-RJ. Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e da Casa de Letras Emílio Conde. Colunista da Revista ECLÉSIA. É também autor dos livros "Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer" (2003), "Adolescentes S/A" (2004), "Erros que os Pregadores Devem Evitar" (2005), "Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria" (2006), "MAIS Erros que os Pregadores Devem Evitar" (2007), todos editados pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD. Além disso, é coautor e editor-assistente da obra "Teologia Sistemática Pentecostal", lançada em 2008 pela CPAD.

Extraído de: http://reflexoes-biblicas.blogspot.com/2010/02/crente-pode-julgar.html

sábado, 25 de setembro de 2010

Pregando Briba ...

A Bíblia da Gretchen

O Código Matemático da Bíblia Existe ???

 O assunto do "Código da Bíblia" já circula há vários meses. Quase todas as grandes revistas noticiaram a "descoberta". O código foi vendido como sensação e o livro escrito a respeito tornou-se um bestseller. O matemático israelense Eliyahu Rips e o jornalista americano Michael Drosnin estão convictos de que é possível decifrar o código da Bíblia por meio de operações matemáticas por computador. Segundo os autores, no código estariam previstos o Holocausto, a morte de Rabin, a presidência de Bill Clinton, entre outros acontecimentos. Nesse meio tempo, porém, também se ouviram vozes pessimistas questionando ou rejeitando o código. Vários especialistas o classificaram simplesmente como bobagem e acrobacia numérica. A Sociedade Bíblica Alemã tomou posição em uma reportagem intitulada "Deus não fala por códigos" e conclamou a uma avaliação sóbria. A revista "Bibel Report" afirmou que, com talento para combinar as letras de diferentes maneiras, pode-se encontrar praticamente todos os acontecimentos importantes. O procedimento seria semelhante à leitura do destino em formas surgidas do endurecimento de chumbo derretido ou à adivinhação através da leitura da borra de café. De acordo com a Sociedade Bíblica Alemã, é difícil acreditar que Deus tenha falado a Seu povo de forma codificada durante 3.000 anos, e que tiveram de aparecer os senhores Rips e Drosnin (que nem são crentes no sentido bíblico) para descobrir o que Ele de fato queria dizer.
Alguns crentes mencionam a passagem de Daniel 12.4 e pensam que, com o código da Bíblia, essa época agora tenha chegado: "Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará". Evidentemente essa passagem não se refere a um código bíblico secreto, mas ao aumento do conhecimento sobre aquilo que já está escrito na Bíblia. O contexto geral de Daniel 12 leva a concluir que esta passagem trata do tempo do fim, quando mais e mais pessoas chegarão ao conhecimento da verdade em Jesus e converter-se-ão. E isto realmente está acontecendo hoje em dia. Caso os senhores Drosnin e Rips tivessem razão, nenhum cristão que crê na Bíblia poderia lê-la sem idéias pré-concebidas. Teríamos de esperar pelas interpretações desses ou de outros "decifradores de códigos bíblicos" para poder predizer acontecimentos futuros. Fica a impressão de que através da tese do "Código da Bíblia" a Palavra de Deus torna-se mais morta do que realmente digna de crédito. Um artigo do boletim "Topic" (12/97) dizia: revelações segundo o método do "Código da Bíblia" também acontecem fora da Bíblia.
Seguindo o método do "Código da Bíblia", o matemático australiano Brendan McKay trabalhou com o romance "Moby Dick". Ele chegou aos mesmos resultados "sensacionais" como Michael Drosnin, o autor do livro "O Código da Bíblia". McKay encontrou dados apropriados para acontecimentos como o assassinato de Indira Ghandi, de Martin Luther King, de Yitzhak Rabin e até do trágico acidente de Lady Diana. Não se deve esquecer de que no hebraico não existem vogais. Isso significa que as sílabas são ambíguas e, além disso, as palavras são mais curtas. Dessa maneira, as chances de se encontrar codificações que fazem sentido são muito superiores do que no inglês ou em outros idiomas. Apesar disso, o romance inglês "Moby Dick" (de 1851) já "previu" todos esses acontecimentos terríveis. McKay também realizou cálculos em relação ao nome de Michael Drosnin. Bem próximo ao nome, o matemático australiano encontrou a palavra "liar" – "mentiroso", assim como algumas referências à morte do autor do livro "O Código da Bíblia".
A Bíblia é a Palavra de Deus! Nela é descrito o passado, o presente e o futuro, e o que é mais importante: a fé absolutamente necessária em Jesus Cristo. Para compreender isso não necessitamos de nenhum "Código da Bíblia" especial, mas sim do novo nascimento e da orientação do Espírito Santo. Jesus disse em João 3.3: "...se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." E em 1 Coríntios 2.10-12 lemos: "Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim, também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente."

Fonte:
www.elnet.com.br